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E quando bate a crise de criatividade?!!

Essa semana, devido a problemas técnicos e outros, acabei não publicando artigos aqui no LinkedIn.

Além disso, bateu uma crise de criatividade. Sabe aqueles dias em que você não consegue ter nenhuma ideia?
Já estou assim a uns 3 ou 4.

Por isso, estou aberto a sugestões.

A dor e delícia de uma cidade universitária

Moro em uma cidade universitária.

E bem perto de algumas instituições de Ensino Superior.

Ao observar o vai e vem dos alunos, além da enorme nostalgia dos meus tempos de faculdade, vislumbro também um manancial de oportunidades.

Afinal, é muita gente. Gente com alguns recursos. Gente vinda até de outras cidades e Estados.

Se cada um delas pagasse-me R$ 20,00 por mês por algum produto ou serviço?

Ai entra uma questão delicada.

Universitário é tudo duro! O País (e a minha região em particular) passa por um período de crise, muitos estudantes estão desempregados, mesmo os empregados ganham mal; tem todos os custos com mensalidades, livros, condução, alimentação; quem vem de fora ainda tem gastos com moradia.

Realmente, vida de universitário não é fácil. Ao contrário do que imaginamos ao vermos os bares próximos as faculdades sempre lotados. As festas de faculdade, idem.

Gastar quantias acima dos 3 dígitos em algum evento ou nas bebedeiras vale mais a pena do que gastar 20, 40, 60, 80, 100 Reais em algo que ajude no desenvolvimento e progresso da vida acadêmica. Afinal, ninguém é de ferro…

Permitam-me discordar.

Na cara de pau, discordo em proveito próprio. Porque disponho-me a ajudar estudantes a elaborarem seus trabalhos acadêmicos. Ajudo a facilitar processos. Encurtar caminhos.

Será que não vale a pena perder apenas uma balada por mês para evitar futuras dores de cabeça? Uma cervejinha a menos na sexta feira para facilitar aquele artigo que o professor pediu na segunda para a próxima sexta?

A vida é nada mais do que elencar prioridades. Sim, entendo que a vida de um universitário é dura, até porque já fui um. E compreendo perfeitamente a dificuldade em equacionar as experiências sociais que essa fase da vida tem a oferecer com as prioridades da trajetória acadêmica.

Porém, se terá uma vida inteira para frequentar festas, assistir shows do Luan Santana, comprar um abadá e pular atrás de um trio elétrico num calor de 40 graus, apreciar uma cervejinha com os amigos ao final da jornada.

Mas os trabalhos acadêmicos nem sempre podem esperar. E o famigerado TCC? Vai deixar pro último ano? Esperar tudo e mais um pouco de seu futuro orientador?

Se você é capaz de cuidar disso tudo sozinho, ótimo. Caso contrário?

Não é melhor sacrificar um pouco a curtição agora e facilitar um pouco as coisas desde já?

Posso ajudar. E nem é tão caro.

STARTUP-SE QUEM QUISER (OU PUDER) – Parte 1

Um dos termos da moda no atual mundo dos negócios é “start up”.


Mas o que significa isso? Eu próprio gostaria de saber, pois gostaria de fundar uma. Aliás, o projeto Saber A+ é de uma start up, e justamente por saber muito pouco sobre o tema, resolvi pesquisar.


Basicamente, start up é uma empresa jovem. Jovem não apenas na idade cronológica, bem como nas ideias. Geralmente associa-se start up com jovens empreendedores, como de fato a maioria seja formada por estes. Mas um senhor de 80 anos, pode perfeitamente fundar uma start up. Ou mesmo um coroa de 47, como é meu caso. Também não há relação se é um negocio novo ou não.


Um carrinho de pastel que o Seu João resolve colocar na esquina, com o dinheiro da indenização, após ser demitido sem justa causa da empresa onde trabalhou por 20 anos; pode ser uma start up? Sim e não.


Dona Josefina deu aulas por mais de 30 anos, aposentou-se, mas não quer ficar parada. Resolve dar aulas de alfabetização para adultos; registrando-se como Micro Empreendedora Individual. Isso pode ser uma start up? Sim e não.


Uma start up, para ser considerada como tal, deve possuir uma série de características, dentre as quais destacam-se:

  • Empresa nascente ou jovem, com pouco ou nenhum tempo no mercado;
    – Modelo de negócio sustentável, repetível e escalável;
    – Atua em um cenário de incerteza;
    – Foco no valor e não no produto;
    – Resolver um determinado problema para o cliente de forma que isso lhe seja rentável;
    – Inovação e repetição;
    – Crescimento cada vez maior, de uma maneira que não afete a lucratividade;
    – Produto / serviço minimamente viável;
    – Atender majoritariamente um nicho de mercado: B2C (direto ao consumidor final pessoa física), B2B (consumidor final, pessoa jurídica) ou B2B2C (venda para uma pessoa jurídica, visando o consumidor final da mesma);
    – Inovação constante, substituição de processos engessados.
    Resumindo: um grupo de pessoas ( ou uma única) com perfil empreendedor e ideias inovadoras, em busca de um modelo de negócio escalável e repetível; ou seja, monetização através de repetição com baixo custo de manutenção e expansão, com objetivo de resolver problemas de forma rápida e rentável.
    Uma start up é uma empresa em fase inicial, que desenvolve produtos / serviços de forma inovadora, com potencial de crescimento rápido, com ganho rápido de escala (processos mais econômicos, que permitam aumento de receita cada vez maior ao aumento dos custos), que atinja um grande numero de consumidores em período relativamente rápido.
    Os processos de produção, distribuição e gestão devem proporcionar capacidade de atingir o maior número possível de clientes (gerando facilidade e satisfação aos mesmos) no período mais curto possível e com custos unitários menores. Tais processos são facilitados pela moderna tecnologia a qual tanto a empresa quanto o cliente tem acesso. Por isso a maioria das start up’s são de base tecnológica, usuários de diversas tecnologias.
    O carrinho de pastel do Seu João pode ser uma start up desde que siga uma metodologia que viabilize tais características. O mesmo vale para o progama de alfabetização de adultos da Dona Josefina.
    Obviamente, start up não é apenas isso. Todavia, são conceitos básicos que permitem ter-se uma ideia do que se trata.
    No próximo artigo, mostraremos alguns exemplos.
    BIBLIOGRAFIA:
    HYPERLINK “https://www.startse.com/noticia/startups/18963/afinal-o-que-e-uma-startup” https://www.startse.com/noticia/startups/18963/afinal-o-que-e-uma-startup
    HYPERLINK “https://abstartups.com.br/o-que-e-uma-start-up” https://abstartups.com.br/o-que-e-uma-start-up

NETWORKING – Parte 3

Hoje encerro minha série sobre Networking. E porque resolvi escrever sobre este tema?

Algumas semanas atrás, escrevi meu primeiro artigo no LinkedIn, “O FIM DO EMPREGO” https://www.linkedin.com/pulse/o-fim-do-emprego-douglas-stange.

Neste artigo, afirmei que a prática do Networking é importante para a inserção / manutenção do indivíduo no mercado de trabalho, nos dias atuais.

Longe de querer encerrar o assunto; afirmo que a prática correta do Networking não é apenas importante para o trabalhador, e sim para o empreendedor. Até porque, nos novos moldes do mercado de trabalho, somos todos empreendedores.

Vale ressaltar que Networking não é “venda” nem “prospecção”. É troca de informação e de favores.

Network também não é “tietagem” Algumas semanas atrás, escrevi meu primeiro artigo no LinkedIn, “O FIM DO EMPREGO” https://www.linkedin.com/pulse/o-fim-do-emprego-douglas-stange.

Se você comparece a um evento no qual participará o CEO da companhia na qual você sonha em trabalhar, ou um executivo de uma companhia que você gostaria de ter como cliente ou aquele influente palestrante que você tanto admira; você pode sim aproximar-se, apresentar-se, tentar trocar idéias e informações. Mas lembre-se, é um encontro entre dois seres humanos comuns. Não trate a pessoa como se fosse um pop star, muito menos mostre-se submisso! Trata-se de uma pessoa como você é com possíveis interesses em comum.

Para finalizar a série, selecionei alguns textos interessantes na rede sobre Networking:

https://www.roberthalf.com.br/blog/carreira/networking-o-que-e-e-para-que-serve

https://administradores.com.br/artigos/voce-faz-network

https://administradores.com.br/artigos/voce-faz-network

Bom fim de semana. Sucesso!

COMPARTILHANDO MEUS FRACASSOS -Parte 3

KEEP CALM AND VÁ DE BIKE

Eu frequentava uma casa espírita, que resolveu encerrar as atividades e iniciar um projeto de uma ONG de cuidados a idosos. “ONG” em termos, né? As vezes parecia uma cooperativa: algumas das pessoas que frequentavam a casa colaboraria com uma atividade: um costurava, outro divulgava, outro cozinhava e, quem tivesse alguma experiência cuidaria dos idosos. Não importa.
Eu fui “contratado” por dois motivos: ser formado em Economia (embora a organização já tivesse um responsável pelas finanças) e ter algum conhecimento de informática. Arrumaram um computador velho, que não funcionava direito e acabou indo para o concerto. Enquanto o computador não ficava pronto, tiveram uma bela ideia para ocupar-me: ser “cilcoboy”.
A Organização (que já nem sabia mais se era ONG, Cooperativa, agência de empregos, uma empresa comercial ou picaretagem mesmo) precisava de alguém que entregasse correspondência, fizesse entrega e compras, e até cobranças. Tudo de bicicleta. Rodava boa parta da cidade. E ainda era o responsável pelos cuidados com o “veículo”.
Até aí, nada demais; eu estava desempregado na época. O que me incomodou é que, contrataram uma advogada e uma contadora. Eu, que sou Economista, já formado na época, ficava como um mero “garoto de recados”. Tinha que pedalar com qualquer tempo, correr riscos. E se eu sofresse algum acidente? Problema meu.
Eu recebia? Sim, uma esmola.
A tal da advogada e da contadora eram tratadas a pão de ló. Uma relação que não achei nada profissional. Nunca fui requisitado para analisar uma demonstração financeira qualquer, afinal, já tinham uma contadora de sua confiança.
Um delo dia, resolveram organizar um bingo para arrecadar fundos. Mandaram-me destribuir os convites, a maioria de biciclieta, claro. Um convite em particular, aborreceu-me. Era em um shopping próximo, para uma pessoa “amiga da casa” que era supostamente gerente em uma loja de bijouterias. Cheguei lá e me informaram que não havia ninguém com o nome mencionado. Como eu não queria perder a viagem (que não foi de bicicleta, por incrível que pareça) nem “desistir no primeiro obstáculo” e “mostrar serviço”, solicitei que verificassem, a dita pessoa poderia ter sido transferida ou coisa parecida. Acabou que uma funcionária foi extremamente grossa comigo e “convidou-me q retirar-me” do estabelecimento, sob a ameaça de “chamar a segurança”. Acabei saindo com o rabo entre as pernas. Até hoje não arrependo-me de não ter respondido “tudo bem, se o problema é chamar a segurança, eu mesmo chamo”, ter procurado o segurança mais próximo e ter armado um escândalo. E ainda dizer, “se amanhã eu precisar comprar uma bijouteria ou acessório para presente, passo bem longe dessa loja”.
Aquela altura, eu já estava me sentindo humilhado e desvalorizado. Tipo, não era porque eu estava desempregado e precisando de recursos, que iria sujeitar-me aquilo. Entreguei uma carta de demissão e sumi.
Vamos lá a análise do caso, primeiro pelo lado da “ONG”:


– PLANEJAMENTO: confuso; não sabiam se iriam abrir uma ONG, uma cooperativa, uma agência de emprego ou um estabelecimento comercial comum. Muita coisa feito na base da amizade e muita indefinição;
– ORGANIZAÇÃO: igualmente confusa, se é que tinha alguma;-
DESENVOLVIMENTO: uma bagunça total, muita coisa inventada de ultima hora, falta total de foco;
– CONTROLE: nenhum; falta total de transparência.

O que aprendi:
Trabalho é trabalho, caridade é caridade; quando eu quiser fazer caridade, farei por conta própria, já ciente de que trata-se de “caridade”, sem esperar nada material em troca;
Bater o pé: o que é, é; o que não é, não é. O que não me agrada, tenho que deixar claro desde o inicio e sugerir outras soluções;
Não levar desaforo pra casa: no caso da loja de bijouterias, eu deveria ter procurado a segurança, explicado o caso e tentado esclarecer o caso. E no final do tudo, deixar bem claro que jamais compraria um alfinete sequer naquela loja, enfatizando que eles tinham acabado de perder um potencial cliente futuro. Tudo com muita educação claro;
Exigir transparência, tipo; “olha, no momento eu posso ser cicloboy temporariamente,até a “empresa” crescer mas vocês tem um profissional formado, com conhecimentos e ideias; vão ignorar isso até quando?”
Antes da Dilma, alguém já teve problemas envolvendo pedaladas.

O OLHO DO DONO É QUE ENGORDA O BOI

Negativo.

O que engorda boi é ração. Se um pecuarista precisa ficar de olho para que não falte ração e a mesma seja servida aos animais, então há algo muito errado.

Empresa é igual filho: a gente cria para o mundo.

Qualquer modelo de negócios tem que ser PLANEJADO, ORGANIZADO, DESENVOLVIDO E CONTROLADO PARA IR EM FRENTE – E BEM – MESMO NA AUSÊNCIA DE SEU IDEALIZADOR / PROPRIETÁRIO.

Já imaginou o Sílvio Santos, lá nos primórdios, monitorando cada vendedor de Carnê do Baú?

O António Ermírio De Morais “fungando no cangote” de cada mineirador?

E o Bill Gates até hoje controlando cada programador?

Difícil, hein?!!!

“Ah, mas não tem como comparar”…

De fato, quando se é “peixe pequeno” e no início das atividades, é difícil fugir de todas as responsabilidades.

Como se diz popularmente: “tem que bater o escanteio, correr para grande área e cabecear a gol.”

Entretanto, todo empreendimento tem que ser idealizado para crescer.

Todas as etapas devem ser pensadas como um processo, processo este que deve ser idealizado para ser conduzido por qualquer pessoa. Ainda que não seja possível delegar tarefas no momento.

Agora, a medida em que o negócio for crescendo; faz-se necessário delegar tarefas. Concentrar-se no que se é melhor e “terceirizar” o resto.

Se você tem mais facilidade com vendas do que com finanças, por exemplo; foque nas vendas e delegue a administração financeira. Crie um modelo de gestão que qualquer pessoa seja capaz de compreender e operacionalizar.

Muitas pessoas são perfeccionistas e querem tudo do seu jeito, rigorosamente. Outras simplesmente não confiam em outros. Nesses casos, é essencial procurar pessoas com ideologias e temperamento próximos aos seus e convence-las a seguir seus métodos de modo a beneficiar ambas as partes.

Enfim , tudo é questão de PLANEJAMENTO, ORGANIZAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E CONTROLE.

NETWORKING – Parte 2

Esta nova postagem irá falar um pouco mais profundamente sobre o Networking. No artigo anterior mostramos algumas definições. Agora mostraremos um pouco como funciona e de que forma pode-se tirar melhor proveito.

Para o Networking funcionar, é necessário:

  • Posicionamento: não basta ser ativo e participativo, tem que posicionar-se em um grupo. Não forçar algum tipo de liderança, claro, mas mostrar opiniões firmes e concretas. Manter-se informado para não cometer gafes, é fundamental;
  • Informação: a pessoa bem sucedida é, acima de tudo, bem informada. Vivemos tempos em que “saber é poder”. Procure manter-se sempre bem informado não apenas sobre sua área, não apenas sobre conhecimentos gerais, mas também a respeito das pessoas da sua rede de contatos: do que gosta, quais são suas aspirações, opiniões, preferências e, principalmente, quais problemas e necessidades que ela possui. Mostre-se muito mais interessado e muito menos interessante; fale o mínimo sobre si mesmo e demonstre interesse pelo seu interlocutor, bem como disposição em ajudá-lo de alguma forma. E nem pense em guardar informações para si! Assim como você as pessoas estão em busca de oportunidades, sejam elas de emprego, de negócios, etc. Trate as pessoas da forma como gostaria de ser tratado. Compartilhe informações úteis;
  • Busca por objetivos comuns: você é da área de Educação Física, por exemplo, procure saber sobre as preferências que as pessoas tem, quais atividades mais lhe agradam, quais modalidades esportivas elas mais apreciam e quais gostariam de participar. Você gosta de animais? Procure trocar informações sobre raças, cuidados, veterinários, produtos, etc.
  • Via de mão dupla: “informação privilegiada” não existe, informação é para ser compartilhada para que todos tirem proveito da melhor forma. Se você está em busca de emprego, não peça simplesmente para entregar um currículo, ofereça algo em troca. Não há nada de errado em trocar favores honestamente.

Algumas ferramentas úteis:

  • Cartão de visitas: simples, direto e de bom gosto; nem muito carnavalesco, nem muito insosso. Informação direta: quem você, o que você faz e onde pode ser encontrado. Não troque nem distribua cartões aleatoriamente, deixe para realizar a troca após um primeiro diálogo. Ao receber o cartão de outra pessoa, procure anotar no verso o máximo de informações pessoais: gostos, afinidades, posicionamento político, etc.;
  • Banco de dados: não é preciso utilizar nenhum software tipo Access, um simples caderno ou agenda resolvem. As informações contidas no cartão da visita de cada pessoa é muito útil;
  • Redes Sociais: é uma adaptação digital da pratica do Networking. A internet é uma poderosa ferramenta de interação no mundo moderno, ferramenta essa de grande utilidade na vida social e profissional. As redes sociais como Facebook, Wattsapp, Linkedin ou Instagram são ótimos exemplos de gestão de network: os membros compartilham ideias, opiniões e podem surgir muitas oportunidades de negócios e de trabalho.
  • Blogs e sites pessoais: também podem funcionar como “cartão de visitas virtual”, também sendo um ótimo espaço para troca de informações e ideias.

É importante lembrar que sua rede de contatos deve ser constantemente atualizada. E não pode-se perder o contato com as pessoas de sua rede. Apareça constantemente; envie cartões de Natal, Aniversário, etc. Mantenha seus contatos informados sobre você: se mudou de casa ou de emprego, se casou-se, etc. E procure também atualizar constantemente as informações sobre seus contatos.

Longe de querer encerrar o assunto, novas informações serão publicadas na segunda feira, tanto no blog quanto no Linkedin.

Sucesso e bom final de semana! “�w}PUEvx�PT�

NETWORKING – Parte 1

 

Essa semana resolvi escrever um pouco a respeito de Networking, tanto no blog quanto no LinkedIn, o mesmo artigo.

Resumidamente, Networking é nada mais nada menos do que a “gestão de uma rede de contatos”. Conhecidos, parceiros, não necessariamente “amigos”. Seu André, meu pai, grande business man, que poderia ter dado muito certo, se não fosse tão teimoso e egocêntrico (bom isso aqui não é divã pra falar mal de parente, então, prossigamos) costumava dizer:

“Um homem de negócios não tem amigos, nem colegas. Um homem de negócios tem parceiros: clientes, fornecedores, investidores, concorrentes, etc.”

Mais tarde, no curso de Tecnologia em Processos Gerenciais, aprendi que tais parceiros chamam-se “stakeholders”. Resumindo então a frase de Seu André, “um homem de negócios não tem amigos, tem stakeholders”.

Claro que eu, Douglas, não sou tão radical.

Recentemente, vasculhando meus escritos e apresentações salvas nas nuvens da vida, deparei-me com um trabalho que fiz no primeiro ciclo do curso de Gestão:

Infelizmente, a mesma estava incompleta, sei lá eu onde foi parar o resto. Enfim, achei que seria um bom começo.

Introdução:

Devido a mudanças tecnológicas, comportamentais e  econômicas, o mundo tornou-se mais competitivo; seja no mercado de trabalho, seja no mercado empreendedor. Não basta ser competente e bem qualificado, é necessário um “algo mais”.

Gostando-se ou não, o fato é que as relações trabalhistas estão mudando. O trabalhador está tornando-se cada vez menos um “empregado” e mais um “empresário”, um “fornecedor”.

Seja você um colaborador de carteira assinada, um autônomo, um microempreendedor individual ou um empresário de fato; a sua postura tem que ser a mesma: você é um fornecedor de serviços. Seu patrão é seu cliente e vice-versa.

Seu “capital social” e seu “marketing pessoal” são de suma importância. Uma empresa tem que ter um bom Departamento de Marketing para consolidar-se no mercado. Logo, se você é uma empresa…

O “Capital Social” é nada mais nada menos do que a sua “rede de contatos”: seus amigos, familiares, colegas de trabalho e de estudo, fornecedores, etc. Podem ou não tornarem-se seus “stakeholders”, desde que você faça uma filtragem.  E marketing, nada mais nada menos é a forma como uma empresa (ou um trabalhador-empresa) relaciona-se com os mercados consumidor, fornecedor e concorrente.

O Networking então, é a melhor gestão de sua rede de contatos em seu “marketing pessoal”. Embora não apenas isso. A grosso modo, o uso de seu network em seus negócios é u meio de encurtas o caminho entre você e o mercado (seja o mercado de trabalho ou mercados em geral)

NET = REDE

WORK = TRABALHO

NETWORK = Rede de Trabalho

NETWORKING = Criação e gestão de uma rede de contatos.

Segundo José Augusto Minarelli:

“Networking é a forma como se administra

uma rede de contatos de modo a gerar benefícios

 para todos os seus membros.

É um conceito que aplica-se não somente a vida profissional e de negócios, mas a vida inteira, em todos os seus aspectos.

Uma rede de contatos é um grupo que reúne-se regulamente com alguma finalidade em comum e com manutenção regular dos contatos, por exemplo:

  • Alunos de uma escola /faculdade;
  • Colaboradores de uma organização;
  • Frequentadores de um determinado estabelecimento;
  • Entusiastas de algum filme ou série de TV;
  • Fãs de alguma banda, cantor ou cantora;
  • ETC.

E o que NÃO é “network”:

  • Grupo que reúne-se esporadicamente ou casualmente sem objetivos definidos e nos quais não há manutenção periódica de contatos;
  • O famoso “Q.I.” (Quem Indica); apadrinhamento, pistolão;
  • Panelinha.

O Network caracteriza-se por:

  • Manutenção de contatos;
  • Troca bilateral de informações;
  • Busca por objetivos comuns;
  • Via de mão dupla.

Como fazer o Network funcionar:

  • Posicionamento;
  • Informação;
  • Divulgação de oportunidades para todos.

Algumas ferramentas de networking:

  • Os famosos cartões de visitas;
  • Banco de dados;
  • Redes sociais.

Bom, isso foi uma introdução. Sexta-feira próxima darei continuidade ao artigo analisando um pouco mais profundamente a cada um dos itens citados.

Bem como irei fazer uma pesquisa um pouco mais aprofundada.

Neste momento, estou fazendo um esforço para ativar meu network. Procurando potenciais “stakeholders” para fazer meu projeto Saber A+ funcionar. Então, estas postagens estão sendo uteis, inclusiva a mim mesmo.

Boa semana!

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